quarta-feira, 26 de junho de 2013

A vaidade tem seu preço. E cada vez mais alto, por sinal, mostra a evolução dos gastos para arrumar o cabelo e maquiar a presidente Dilma Rousseff para suas aparições em rede nacional de TV.
Na sexta-feira passada, quando falou sobre as manifestações pelo país, Dilma Rousseff fez seu 14º pronunciamento desse tipo. Via Lei de Acesso à Informação, a Folha obteve os orçamentos detalhados de 12 deles.
Nos nove primeiros, preparar o visual presidencial custou R$ 400. Nos três de dezembro de 2012 a março deste ano, o governo pagou, em cada vez, R$ 3.125 -681% mais, variação de fazer corar o tomate, vilão da inflação.
Até no salão de Celso Kamura, cabeleireiro que repaginou o visual de Dilma para a campanha presidencial de 2010 e que tem entre suas clientes celebridades como a apresentadora Angélica, o serviço é mais em conta. Lá, o penteado sai por R$ 330 e a maquiagem custa R$ 350, informam as atendentes do salão. Ao todo, R$ 680.

Dilma Rousseff

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Andre Borges - 25.jun.13/Folhapress
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Presidente Dilma Rousseff participa de reunião com o presidente do STF, Joaquim Barbosa
Em Brasília, os salões mais famosos cobram pouco mais de R$ 160 pela maquiagem e na faixa de R$ 210 para arrumar o cabelo.
A Presidência explica o porquê dos gastos em alta. Em ofício, afirmou que a produção de "uma autoridade do sexo feminino" é diferente e autorizou o ajuste nos custos porque uma mulher precisa de um profissional específico e não um maquiador padrão, como era o caso do ex-presidente Lula.
As agências Propeg e Leo Burnett, responsáveis pela contratação das produtoras para as gravações, não responderam especificamente sobre a variação dos custos com a maquiagem e o cabelo de Dilma.
A Presidência informou que os valores totais dos pronunciamentos foram reajustados em 2012 porque não eram corrigidos desde 2008. Não esclareceu, contudo, por que o valor 

Sob tensão, BH reforça efetivo em dia de jogo e protestos

Com clima beligerante, governo diz que PM só vai reagir contra agressores, troca bloqueios ao redor do Mineirão e espalha ambulâncias pela capital

Felipe Frazão, de Belo Horizonte
Manifestantes realizaram protestos contra a corrupção nas proximidades do estádio do Mineirão, em Belo Horizonte, antes da partida entre Japão e México, no sábado (22)
Confronto nos arredores do Mineirão antes da partida entre Japão e México, no sábado (Segio Moraes/Reuters)


Com todos os holofotes do país voltados a Belo Horizonte por causa dos protestos marcados para esta quarta-feira, dia do jogo entre Brasil e Uruguai no Mineirão pela Copa das Confederações, o governo do estado de Minas Gerais alterou a estratégia de segurança do evento. O governador Antonio Anastasia (PSDB) disse na noite de terça-feira que a Polícia Militar (PM) só vai reagir contra vândalos que agredirem policiais ou promoverem depredações. O governador também firmou acordo com manifestantes para que o principal bloqueio de acesso ao estádio, na Avenida Abrahão Caram, seja formado apenas por grades, com policiais monitorando "a distância considerável". Cerca de 100.000 pessoas devem participar da marcha, que sairá ao meio-dia da Praça Sete, centro da capital.

A PM, por sua vez, divulgou um novo mapa de bloqueios a manifestantes no perímetro de segurança da Fifa, de dois quilômetros ao redor do estádio. Nele, os pontos de cerco policial caem de cinco para quatro, já que a barreira no Viaduto José de Alencar, que constava no mapa da partida de sábado, não aparece mais. O efetivo, porém, aumentou em cerca de 2.000 militares e soma agora 5.467 PMs, segundo o governo.

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Vandalismo - O governador anunciou as medidas após se reunir por mais de três horas com dez representantes do Comitê Popular dos Atingidos pela Copa 2014 (Copac). "As recomendações dadas às forças de segurança, PM e Polícia Civil, são de tranquilidade, serenidade e muita cautela. E que a eventual resposta às agressões que venham a sofrer seja limitada àqueles que tenham feito agressões", disse Anastasia. "O governo garante a livre manifestação pacífica. É nosso dever dar segurança aos manifestantes e a todas as pessoas." O discurso de Anastasia difere do tom de Marcio Lacerda (PSB), prefeito de Belo Horizonte, que cobrara na segunda-feira atuação mais contundente da PM. Segundo Lacerda, a PM "prendeu pouco" nos protestos anteriores. Anastasia contemporizou. Para ele, Lacerda se referiu apenas "aos agressores".

Na onda de protestos, o comando da PM já afirmou ser "muito difícil" distinguir entre os manifestantes quais são baderneiros e tem pedido a manifestantes que acusem os vândalos. Membros do Copac, no entanto, disseram considerar as depredações um "ato de protesto" e não têm intenção de colaborar na identificação dos grupos violentos. Um dos integrantes do grupo, que milita por moradia e transporte, Rafael Bittencourt disse que a atuação da PM foi uma "repressão desmedida sobre a maioria dos manifestantes" e que o grupo "não responde nem tem controle" pelo protesto todo, mas contribuirá para que ele seja "pacífico".

Trajeto - A Justiça Federal em Minas Gerais negou pedido da Defensoria Pública da União para que o protesto pudesse ultrapassar os bloqueios, mas manifestantes devem mais uma vez marchar da Praça Sete ao Mineirão. A PM pediu que manifestantes fiquem na região da praça. Os pontos de maior expectativa de conflito são os arredores do estádio e o centro, próximo ao local de concentração e a prédios públicos. A Avenida Antônio Carlos, rota da passeata, tem diversos canteiros de obras de um corredor de ônibus, com farto material para vandalismo: pedaços de madeira, ferro e pedras. Concessionárias de carro e agências bancárias fecharam suas fachadas com tapumes. Escolas liberaram alunos.

O clima na cidade é de apreensão. Cerca de 250 policiais civis, em greve, queimaram um caixão em protesto na Praça Sete. O prefeito Marcio Lacerda decretou feriado municipal. O governador, ponto facultativo. Entidades sindicais de professores, médicos, enfermeiros prometem levar mais manifestantes à marcha desta quarta. Há expectativa de que um grupo vá até o hotel da seleção brasileira pela manhã. Um dos principais shoppings, o Pátio Savassi, ficará fechado durante todo o dia.

UFMG – As atividades na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) foram suspensas e o acesso passou a ser controlado. A situação irritou alunos e eles ocuparam nesta terça-feira o saguão da reitoria no campus Pampulha, que está dentro da zona de restrição gerenciada pela Fifa. O campus serviu de base para ações da Força Nacional de Segurança, o que motivou mais protesto dos alunos. O Conselho Universitário, porém, afirmou por nota que o campus não será mais usado como base da polícia. O Diretório Central dos Estudantes (DCE) promoveu uma assembleia pela desocupação do prédio, mas alunos dissidentes se recusaram a sair. Alguns participantes disseram apoiar vândalos a “quebrar tudo”, enquanto outros defenderam adesão à passeata pacífica.

Atendimento - O governo também afirmou que a estrutura de resgate estará reforçada, com mais de 500 profissionais de saúde e segurança. Além de policiais, ambulâncias e bombeiros foram deslocados para o Parque Municipal, arredores do estádio, Praça Sete e as sedes do governo, prefeitura, Assembleia Legislativa e Câmara de Vereadores - fora os hotéis onde se hospedam as seleções brasileira e uruguaia.

Centrais sindicais vão fazer greve geral

Líderes marcaram 'Dia de Luta' no dia 11 de julho para pressionar Dilma a dar mais atenção à pauta trabalhista.


SÃO PAULO - As centrais sindicais marcaram para o dia 11 de julho uma greve geral em todo o País, numa onda de mobilização batizada pela categoria como "Dia de Luta". O motivo será pressionar a presidente Dilma Rousseff a dar mais atenção à pauta trabalhista entregue ao governo em março deste ano. A decisão foi tomada durante uma reunião realizada nesta terça-feira, 25, com as lideranças dos sindicatos em São Paulo.
Líderes terão encontro com presidente Dilma na quarta, 26, para reforçarem pauta trabalhista - Epitacio Pessoa/AE
Epitacio Pessoa/AE
Líderes terão encontro com presidente Dilma na quarta, 26, para reforçarem pauta trabalhista
A onda de paralisações é vista pelos sindicalistas como um preparativo para uma grande marcha prevista para agosto, em Brasília, e cuja data ainda vai ser discutida pela classe.
"Queremos o cumprimento dessa pauta histórica da categoria, que está nas mãos da presidente desde antes de ela ter sido eleita e que infelizmente ela não cumpriu", afirmou o deputado Paulinho da Força, presidente da Força Sindical.
Os sindicalistas vão se reunir na manhã de quarta-feira, 26, com a presidente Dilma, em Brasília, para reforçar as principais reivindicações da categoria que estão na pauta. São basicamente seis pontos que vão ser reforçados: maior investimento em saúde e educação; aumento de salários; redução de jornadas de trabalho; apoio à reforma agrária; fim do fator previdenciário e transporte público de qualidade.
No encontro, a presidente Dilma foi elogiada por alguns líderes sindicais pela proposta que ela fez na segunda de um plebiscito que autoriza a instauração de uma Assembleia Constituinte para fazer a reforma política. Um deles foi o presidente da Central Única de Trabalhadores (CUT) Vagner Freitas, que negou que o anúncio de Dilma faça com que a classe não vá "com a faca nos dentes" no encontro desta quarta.
"A CUT sempre teve a faca entre os dentes. O que acho importante nessa questão do plebiscito é que precisamos aprofundar esse debate. Ele é contraditório e tem algumas falhas", afirmou Freitas. 
Fonte:SÃO PAULO - As centrais sindicais marcaram para o dia 11 de julho uma greve geral em todo o País, numa onda de mobilização batizada pela categoria como "Dia de Luta". O motivo será pressionar a presidente Dilma Rousseff a dar mais atenção à pauta trabalhista entregue ao governo em março deste ano. A decisão foi tomada durante uma reunião realizada nesta terça-feira, 25, com as lideranças dos sindicatos em São Paulo.

Pec37: saiba quem são os nove que votaram a favor

Na noite desta terça-feira (25), os deputados federais derrubaram em decisão quase unânime, o Projeto de Emenda Constitucional número 37/2011, conhecido como PEC 37, de autoria do deputado federal e delegado Lourival Mendes (PT do B-MA). A matéria era uma das propostas polêmicas em tramitação no Congresso Nacional que estavam na mira de protestos na onda de manifestações pelo Brasil. Ao todo, foram 430 votos pela derrubada da PEC, contra nove favoráveis à proposta e duas abstenções. A votação foi acompanhada por promotores de Justiça presentes às galerias da Câmara que gritavam "rejeita!" para os parlamentares.

Saiba quem votou a favor:

Lourival Mendes (PT do B): delegado de polícia de Maranhão, autor da proposta.

Sérgio Guerra: deputado do PSDB de Pernambuco. Em seu perfil no twitter informou que se enganou no voto "Houve uma pequena confusão e eu errei meu voto na PEC 37. Tanto sou contra a proposta que a bancada do meu partido fechou voto contrário".

João Lyra: deputado do PSD de Alagoas. É réu em ação penal no Supremo Tribunal Federal em que é acusado de ter escravos.

Mendonça Prado: deputado do DEM de Sergipe.

Bernardo Santana de Vasconcellos: deputado do PR de Minas Gerais. É réu em processo no STF na ação penal 611, conhecida com "fraude do carvão".

Valdemar Costa Neto: deputado do PR de São Paulo. Condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no processo do Mensalão.

Eliene Lima: deputado do PSD de Mato Grosso. É réu em processo por compra de votos e outros crimes eleitorais. Também é investigado por crimes contra o meio ambiente. Ao todo, são 5 inquéritos e uma ação penal no STF.

João Campos: é delegado de polícia, deputado do PSDB de Goiás. Em seu perfil no twitter publicou: "Votei SIM à PEC 37. Votei segundo minhas convicçoes, meus conhecimentos juridicos. Entendo q a rejeiçao da PEC é uma perda p a sociedade".
Fonte:http://www.bocaonews.com.br/noticias/principal/politica/63449,pec37-saiba-quem-sao-os-nove-que-votaram-a-favor.html

STF faz justiça, determina prisão imediata de deputado Natan Donadon

Parlamentar foi condenado a 13 anos, quatro meses e dez dias de prisão por formação de quadrilha e peculato


Deputado foi acusado de envolvimento com desvio de recursos da Assembleia de Rondônia - Dida Sampaio/AE

Essa será a primeira vez, na vigência da Constituição de 1988, que um deputado será preso por decisão do Supremo. Donadon foi condenado em outubro de 2010, mas só agora o tribunal julgou os recursos pendentes. A defesa do deputado recorreu da decisão, alegando que outros acusados de participar do mesmo esquema de Rondônia foram condenados a penas inferiores.
Com a condenação e perda dos direitos políticos, caberá agora à Câmara decidir pela cassação do mandato do deputado. Caso contrário, Donadon estará na cadeia, cumprindo pena em regime fechado, mas ainda exercendo mandato parlamentar. Essa discussão, que já foi aventada no julgamento do mensalão, coloca o Supremo e o Congresso em colisão. Os parlamentares entendem que cabe ao Legislativo a cassação de mandatos.
A decisão, neste momento, vem na esteira das manifestações de rua, tendo como algumas das bandeiras o combate à corrupção e a impunidade. A ministra Cármen Lúcia, que relatou o processo, colocou e tirou os recursos da pauta de julgamentos em várias ocasiões. Em razão disso, houve a demora para a conclusão do caso.
Natan Donadon foi condenado pelo STF sob a acusação de ter desviado recursos da Assembleia por meio de contrato simulado de publicidade. De acordo com a acusação do Ministério Público Estadual, a quadrilha era encabeçada pelo então presidente da Assembleia, deputado Marcos Antonio Donadon e por Mario Carlixto Filho, empresário de comunicação em Rondônia. Natan Donadon era o diretor financeiro da Assembleia.
O esquema de desvios funcionou ininterruptamente de julho de 1995 a janeiro de 1998, segundo a acusação. Para cumprir o contrato simulado, a Assembleia emitia em favor da empresa envolvida cheques para pagar pelos serviços publicitários que não eram prestados. A soma dos cheques, conforme o MP, totalizou R$ 8,4 milhões em valores da época.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Morre o Prefeito de Ibicuí-Ba


cornélio

O prefeito de Ibicuí, Cornélio Morais (PDT), de 50 anos, faleceu nesta segunda-feira (17) em Vitória da Conquista, no sudoeste baiano, após sentir-se mal e ser internado numa Unidade de Tratamento Intensivo (UTI).
Eleito em 2012, ele havia disputado a prefeitura outras duas vezes, sem êxito. Cornélio será substituído pela vice, Gilnay Santana (PTN), irmã do deputado estadual Coronel Santana. Cornélio sofreu complicações após cirurgia no estômago, segundo o Políticos do Sul da Bahia.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Prefeito de Santa Luzia-Ba em baixa com os vereadores

              No dia 07/06/2013 o prefeito de Santa Luzia-Ba. Antonio Guilherme dos Santos, convidou os vereadores para um almoço na churrascaria, deu bethy (significa foi um fracasso), só foi 2 (dois) vereadores:  Zé Tilo do PTB e Cesar Neves do PT, é que o atual prefeito diz que não precisa de vereador, por outro lado o prefeito estar maltratando o povo em geral, legislativo para não ficar mau com a papulação não quer demonstrar  muita amizade com o prefeito, sua rejeição segundo informações populares passa de 90%. 


          O prefeito já demitiu os aposentado, segundo informações ele quer demitir os efetivos, cerca de 72 funcionários, a maioria são professoras, estão dando aula no município mais de 25 anos, nunca houve  prefeito tão ruim, este veio para acabar com a cidade,  tem gente indo embora com medo.